domingo, outubro 28, 2007
quinta-feira, outubro 25, 2007
sexta-feira, maio 11, 2007
VIOLÊNCIA NO CAMPUS!
eu: pq?
tiro??????????
forte forte
mto mto mto
Marianna: eh menina
aah...todos perguntaram pq eu não avisei e tal q era notícia
Marianna: porra...e eu pensei nisso no hora?????
posta então...hahahaha
foi a que horas?
aula de telecine 3
do soares
eu: quantos alunos havia na sala?
ah
marco aurélio alguma coisa...lizan...se eh assim que se escreve
Marianna: sim sim...na verdade ficamos no chão uns 2 minutos...depois levantamos, mas depois o tiroteio continuou...isso foi 1 dia depois da menina tomar um tiro lá
Marianna: e abaixamos de novo...hahahaha
Marianna: sobre televisão
texto pra tV
tele jornal...
eu: q horas a aula terminou? horario normal?
fiquei foi revoltada...
Marianna: Po...pq a gente eh obrigado a fazer certas coisas constrangedoras por causa dessa violência maluca!! Precisava ver ge, que patético todos deitados no chão
Marianna: sim sim...todos deitados praticamente no chão
Marianna: sim sim...TODOS na sala abaixaram
eu: e pra voltar pra casa? foi tranquilo? a rua do bispo estava com o policiamento reforçado?
Enviado às 00:58 de Sábado
eu: como assim? nao tinha policiais?
Marianna: aaahh...aí vc já quer saber demais da minha humilde pessoa, mas acrdeito que sim
domingo, abril 29, 2007
DO PÓ AOS NOVOS E PROMISSORES TEMPOS
Teatro, música e cinema: o passado não conseguiu destruir os sorrisos
Sede da UNE sendo demolida em 1980
O local reunia estudantes de todo o país. Era uma espécie de Quartel General da juventude daquela época, feroz opositora das atitudes governitas. Ali, planos eram elaborados e sonhos que jamais se concretizaram eram discutidos com a finalidade de ver o Brasil livre das armas e da hipocrisia vigente. Algumas das manifestações chegavam a totalizar cerca de 10 mil pessoas. Além de estudantes, havia também jornalistas e políticos.
Após a destruição da sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) no Rio de Janeiro, um estacionamento ilegal tomou o espaço do terreno. E dessa mesma forma, ilegalmente, certos espertalhões continuavam a ganhar dinheiro com as tais vagas para carros até fevereiro deste ano. Todavia, no início de 2007, um grupo de estudantes (universitários e secundaristas) "meteram o pé na porta" e retomaram, sem violência, aquilo que de direito sempre os pertenceu.
No espaço, serão construídos um Centro Cultural e um Museu da Memória do Movimento Estudantil. As duas obras serão custiadas pelo governo federal e são assinadas por ninguém menos que Oscar Niemeyer. O arquiteto, que ao longo da vida esteve preocupado (e atuante) com as causas sociais, presenteou com os projetos a nova safra de garotos e garotas engajados na busca de um futuro melhor para a nação.
Acabo de voltar da nova UNE. Conheci pessoas fascinates por lá. A atmosfera estudantil, apesar dos anos de estacionamento, permaneceu no ambiente. Agora, ela é externada. Containers estão espalhados pela área, os estudantes mantém uma organização sadia e todos se mostram muito responsáveis em relação a um ideal de extrema importância: garantir (protegendo de qualquer mal) vida longa à esta renomada entidade.
Se protestar for preciso, eles protestarão. São civilizados, inteligentes e fazem arte. Na nova UNE existe considerável criatividade. Tem música, cinema e teatro. Tem uma espécie de gente corajosa, que não se importa em acampar e não ter muita grana para para pagar a condução. Haja vista o episódio mais atual (e frequente) do passe-livre. Eles têm projetos, lutam por eles e, acretidem, são felizes!
terça-feira, março 13, 2007

Ponte JK com seus três "curiosos" arcos
POR GEÓRGIA DETOGNE
A ponte Juscelino Kubitschek foi inaugurada no início de dezembro de 2002. Além de aproximar alguns dos bairros da capital federal, ela também possui várias outras funções. De acordo com o arquiteto e urbanista Alexandre Chan, responsável pela construção, sua obra atende além das necessidades técnicas, as orgânicas, estéticas, paisagísticas, monumentais e culturais. São 1.200 m de extensão com 24 m de largura que comportam 6 pistas. Sem sombra de dúvida, este é o resultado de um brilhante trabalho e de uma absurda falta de bom senso por parte do governo. Ninguém discorda que facilitar as condições de locomoção dos moradores de Brasília é algo de extrema importância, afinal, a atitude acaba influenciando no aumento da qualidade de vida das pessoas. Mas para ligar o Plano Piloto à QL 24/26 do Lago Sul foram gastos 164 milhões de reais.A ponte, que foi construída em cima de uma falha geológica e que possui seus três arcos inspirados pelo movimento de uma pedra quicando sobre o espelho d'água, arranca suspiros devido a sua "mania de grandeza". Infelizmente, isso não somente acontece dentro do Brasil. Em 2003, Chan foi premiado com o "Oscar" da engenharia pela Sociedade dos Engenheiros do Oeste da Pensilvânia, durante a 20ª Conferência Internacional sobre Pontes, em Pittsburgh. Entregaram a ele uma medalha (a Gustav Lindhental) e ao governador , Joaquim Roriz, uma plaquinha.
Prêmio mais que merecido, pois não é qualquer dia que se gasta em uma ponte mais aço do que foi preciso para a construção da Torre Eifel, localizada em Paris. Sem contar que "o volume de concreto submerso (debaixo d'água) é suficiente para construir três superquadras inteiras, com 2 mil apartamentos". Bom, esses são dados oficiais e quem quiser saber mais é só acessar a página do Ministério dos Transportes.
(http://www.transportes.gov.br/bit/pontes/DF/ponte%20jk/GpJK.HTM)
Não vou ser hipócrita ao ponto de negar que o arquiteto estava em bons dias quando pensou sua criação e que ela é belíssima. Porém, num país como o nosso, onde as pessoas são privadas dos itens mais básicos, como por exemplo, Saúde e Educação, é impossível não achar a PONTE JK um exagero!
"A ponte é um vai-e-vem de doutor,
Tem ambulante, tem camelô.
Olha pra baixo vejo jet-ski e altos barcos,
Olha pra cima lá estão os três arcos.
A ponte saiu do papel virou realidade,
Novo cartão postal da cidade".
quarta-feira, janeiro 17, 2007

segunda-feira, janeiro 15, 2007

POR GEÓRGIA DETOGNE
COLABORAÇÃO E FOTOS: FERNANDA ANTOUN



Para quem já se cansou do velho jeito de assistir aos filmes exibidos na telona e anseia por novidades, o evento é mais do que uma boa opção. Pode acreditar! Essa turma faz cinema e, o que é mais interessante, ao vivo. Esse é o momento em que as diferentes formas de manifestações da arte deixam de se complementarem e passam a interagir. Vale a pena dar uma conferida.
- Em agosto, fomos para a Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP). Em novembro, fomos convidados para um evento no casarão da UNEI em Santa Teresa, organizado por artistas da Chave Mestra (os mesmos que organizam o Santa Teresa de Portas Abertas), e também para nos apresentar no Circo Voador, num outro evento intitulado MOLA (Mostra Livre de Arte). E finalmente em dezembro, fomos convidados a nos apresentar em Miguel Pereira – disse Cataldo.
Para 2007, a previsão é de que no próximo mês o Filé de Peixe marque presença no Parque Lage, no Jardim Botânico.
site: www.filedepeixe.multiply.com
e-mail: palavril@gmail.com
16.01.07
sábado, janeiro 13, 2007
GEÓRGIA DETOGNE
nome científico de Achatina fulica e foi introduzido no Brasil de forma ilegal, na década de 1980. Eles foram trazidos do leste e do nordeste africano direto para o estado do Paraná, devido à tentativa dos comerciantes locais substituírem o escargot (caramujo comestível e muito caro) por um outro tipo de caramujo. Dessa maneira, planejavam reduzir os custos da mercadoria e vender muito mais. Todavia, a tentativa de se conseguir mais dinheiro caiu por terra, pois em pouco tempo acabaram descobrindo que este não poderia ser utilizado na culinária. Atualmente, o caramujo africano não passa de uma praga agrícola que se espalhou por todo o país e que destrói lavouras inteiras num piscar de olhos, haja vista sua grande capacidade de reprodução.
A concha (casca) do caramujo africano é, geralmente, de cor marrom-escuro, com listras esbranquiçadas desiguais, um pouco em zigue-zague. Para diferenciá-lo do escargot (caramujo comestível), continue prestando atenção na concha. A concha do escargot tem um formato em espiral circular, enquanto a do caramujo africano é em espiral cônica.

